Estávamos deitados sobre minha cama. Sua cabeça estava sobre minha barriga, você sorria muito e eu acariciava seus cabelos. Eu adorava seus cabelos. Eles eram escuros, tinham o comprimento ideal para um bom cafuné e você o usava todo bagunçado, um jeito despojado!
Nós ouvíamos 'Blue and Yellow'. Era uma música inspiradora, de uma bela melodia. Nós a adorávamos, talvez fosse mesmo a nossa favorita e confesso que a repetimos por pelo menos umas cinco vezes, naquele nosso momento juntos.
Eu gostava tanto de te ter por perto. Sua voz meio rouca me deixava tensa e faziam meus olhos prestarem atenção em casa sílaba que saia de sua boca.
Mas além de gostar da sua presença, eu gostava de você me bajulando. Os carinhos, os presentes, os abraços, as palavras, a atenção que você tinha ao cuidar de mim ao cuidar de cada passo que eu dava.
Sua altura era ideal. Não era estupidamente alto e nem mais baixo que eu, também não tinha a mesma altura que eu. Você tinha exatamente 1,77m de pura sensualidade. Eu adorava te abraçar forte e ver que meus braços quase se perdiam em suas costas.
Era de você que eu recebia colo quando eu precisava, ou mesmo quando não precisava. Muitas vezes ganhei apenas porque você me queria no seu colo, nos seus braços.
O inverno não era tão frio quando você estava por perto e no verão o sol tinha um brilho todo especial.
Que saudade!
Quando é mesmo que você volta? Quero que você compre logo sua passagem e venha me ver, ficar do meu lado como antes.
Eu preciso sentir o cheiro do seu perfume, mas quero sentir em você. Quero parar de ver o seu sorriso só pelas fotos que você tem me enviado. E eu quero ouvir a sua voz meio rouca aqui, na minha frente, ao invés de ter que ouvi-la pelo telefone.
Volta? Diz que volta, porque o meu coração sente sua falta!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Era o abraço mais apertado que já havia sentido até aquele momento. Era quase que sufocante, porém delicioso.
Fazia sete anos que não sentia aquele perfume, pelo menos não daquele jeito, naquela intensidade e vindo daquela pessoa.
O sol até brilhava mais forte naquela manhã, de fato!
Após sete anos presumo que assuntos não faltariam para nós naquela tarde sentados num banco no parque da cidade. Mas ao mesmo tempo em que conversávamos, parecia sim, que faltavam palavras.
Era como se as frases ficassem incompletas, mesmo que não estivessem. Faltava algo.
Palavras iam, outras vinham e o dia terminava. Éramos capazes de ficar dias ali sentados, talvez sem dizer uma só palavra. Ficar ali, apenas por ficar. Quem sabe só pela companhia ou pela paz de espírito que sentíamos mesmo incompletos.
Fazia sete anos que não sentia aquele perfume, pelo menos não daquele jeito, naquela intensidade e vindo daquela pessoa.
O sol até brilhava mais forte naquela manhã, de fato!
Após sete anos presumo que assuntos não faltariam para nós naquela tarde sentados num banco no parque da cidade. Mas ao mesmo tempo em que conversávamos, parecia sim, que faltavam palavras.
Era como se as frases ficassem incompletas, mesmo que não estivessem. Faltava algo.
Palavras iam, outras vinham e o dia terminava. Éramos capazes de ficar dias ali sentados, talvez sem dizer uma só palavra. Ficar ali, apenas por ficar. Quem sabe só pela companhia ou pela paz de espírito que sentíamos mesmo incompletos.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Oi amigo, como é bom te ver!
Você com esse jeito sensual conquista qualquer um, ou pelo menos acha, não é mesmo?
Mesmo com toda essa sua 'humildade', senti saudades e acho digna uma conversa.
Que tal uns biscoitos? Aceita um café, chá, suco ou água?
Sente-se, não faça cerimônia. Ou melhor, me dê um abraço, faz anos que não nos encontramos, seria boa uma troca de carinho não acha?
E de trocas de carinhos nós dois entendemos...
Lembra quando estávamos sentados sob aquela árvore? Você tocava um violão e eu o acompanhava cantando Plug in baby.
Ta certo não é uma música romântica, e talvez a gente tivesse cantado outras melhores naquela tarde, mas ela por incrível que pareça me trás belas lembranças com você.
Parecíamos crianças, na verdade éramos!
Não nos importávamos com o que nos mandassem fazer, exceto uma vez, quando fomos quase que obrigados a nos separar.
Pra falar a verdade, nos separamos, pois depois daquela música nossos olhares só se cruzaram hoje, agora.
Vamos, fale que sentiu minha falta. Ou melhor, não fale nada, apenas MOSTRE!
Você com esse jeito sensual conquista qualquer um, ou pelo menos acha, não é mesmo?
Mesmo com toda essa sua 'humildade', senti saudades e acho digna uma conversa.
Que tal uns biscoitos? Aceita um café, chá, suco ou água?
Sente-se, não faça cerimônia. Ou melhor, me dê um abraço, faz anos que não nos encontramos, seria boa uma troca de carinho não acha?
E de trocas de carinhos nós dois entendemos...
Lembra quando estávamos sentados sob aquela árvore? Você tocava um violão e eu o acompanhava cantando Plug in baby.
Ta certo não é uma música romântica, e talvez a gente tivesse cantado outras melhores naquela tarde, mas ela por incrível que pareça me trás belas lembranças com você.
Parecíamos crianças, na verdade éramos!
Não nos importávamos com o que nos mandassem fazer, exceto uma vez, quando fomos quase que obrigados a nos separar.
Pra falar a verdade, nos separamos, pois depois daquela música nossos olhares só se cruzaram hoje, agora.
Vamos, fale que sentiu minha falta. Ou melhor, não fale nada, apenas MOSTRE!
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